<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922</id><updated>2011-07-07T17:12:07.630-03:00</updated><category term='show'/><category term='universidade'/><category term='infância'/><category term='incrível'/><category term='bizarro'/><category term='deu zebra'/><category term='coisas do Alex'/><category term='histórico'/><category term='revolta'/><category term='celular'/><category term='iron maiden'/><category term='música'/><category term='lei de Murphy'/><category term='review'/><category term='pesquisa'/><category term='filme'/><category term='diversão'/><category term='jogos'/><title type='text'>Somewhere in Time</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-1501068514275076771</id><published>2009-08-04T22:47:00.003-03:00</published><updated>2010-02-01T02:21:57.509-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas do Alex'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversão'/><title type='text'>The Bucket List</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;É, parece que eu levei mesmo a sério essa coisa de férias no  mes de julho, afinal o blog caiu mais uma vez no esquecimento, pra variar. E por  falar em esquecimento, se tem algo que eu definitivamente não vou mais me  esquecer são os itens da minha “Lista de coisas a fazer antes de morrer”. Parece  brincadeira, né?! Mas não é.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ok, reconheço que muita gente fala isso na base da brincadeira  e muitos nem mesmo possuem tantos desejos assim a serem realizados antes da  morte. Gente simples, sem sonhos e ambições. Mas comigo não, &lt;em&gt;mermão&lt;/em&gt;.  Aqui a coisa é diferente. Digamos que eu possuía uma lista mental…uma espécie de  “acordo” com Deus, no qual a condição intrínseca para que eu fosse comer capim  pela raiz seria a realização de todos os itens desta lista. Mas depois de uma  conversa no MSN há pouco tempo quando eu comentei que eu não poderia morrer  antes de dormir em um colchão d’água, me lembrei que tenho essa lista e resolvi  formalizá-la e passar tudo para o papel (ainda que tenha feito isso no Bloco de  Notas do pc, enfim…).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Enquanto colocava os itens na lista, fui me lembrando de várias  outras coisas que tenho vontade de fazer e a tal lista foi só aumentando cada  vez mais. Tá certo, reconheço que isso não é muito justo, já que quanto mais  itens eu adiciono, maior será o tempo que passarei aqui na Terra. Mas a vida não  é justa e eu também não hahah.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A propósito, o título deste post vem de um filme MUITO BOM,  chamado “Antes de Partir”, com o Jack Nicholson e o Morgan Freeman. Admito que  foi um dos únicos filmes que achou uma brecha no pedaço de mármore (porque  concreto é coisa de pobre) que ocupa o lugar do meu coração. Para quem ainda não  assistiu, fica a dica.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Aposto que você está curioso(a) pra saber o que é que eu  coloquei nesta lista, certo?! Bom, pois então eu vou colocar a tal lista aqui e  comento alguns quando achar necessário. Então, vamos lá:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;strike&gt;Ir a um show do Metallica&lt;/strike&gt; (FEITO!!!  PUTA QUE PARIU!!!)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Não preciso explicar o motivo deste, certo?! Reza a lenda que  em 2010 a banda vem aqui pro Brasil)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;*Conhecer pelo menos 1 dos meus ídolos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Sou doido pra conhecer o Jackie Chan, por exemplo…o cara é  foda e ainda é altamente gente boa!)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ir no Wacken Open  Air&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;*Ir no  Ozzfest&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;*Conhecer o fundo do mar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Pelo que vejo na TV, o fundo do mar é sensacional. Ao vivo,  então…)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ouvir alguém me dizer que ninguém nunca a fez rir tanto  quanto eu&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Não me pergunte o “por que”, mas eu sempre fico contente  quando posso divertir alguém, então escutar isso de alguém seria muito bom) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Viajar para Amsterdã&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(E viva o hedonismo!)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Tomar absinto com  láudano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Cara, eu sou doido pra fazer aquele mesmo “ritual” que o  Johnny Depp faz no filme “Do Inferno”)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ver um lobo cinzento bem de  perto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Sou simplesmente fascinado com lobos)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Presenciar  um fenômeno incrível da natureza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Aurora boreal, por exemplo…poucas pessoas têm a chance de ver  isso ao vivo)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ter minha coleção de espadas&lt;br /&gt;*Ter uma coleção  invejável de action figures&lt;br /&gt;*Ter a coleção completa dos action figures dos  Cavaleiros do Zodíaco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Quando eu era criança eu queria ter todos, mas eram muito  caros. Prometi a mim mesmo que completaria a coleção algum dia, mas os AF  pararam de ser produzidos. Eis que em 2006 eu descubro que voltaram e ficaram  IDÊNTICOS ao desenho…aí eu vi a luz no fim do túnel novamente)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ter  minha coleção dos Lego's de Star Wars&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Sou traumatizado por ter tido apenas 1 único Lego na minha  infância, e só o ganhei aos 11 anos. Então resolvi que juntaria a fome com a  vontade de comer nesta coleção de algo que eu sempre quis ter e de um tema que  gosto demais)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Dirigir uma Ferrari&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Coisa de macho. E se não for em alta velocidade, não tem  graça!)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;strike&gt;Apresentar os tatu-bola da FaFiCH pra  Kamila&lt;/strike&gt; (FEITO)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Afinal, promessa é dívida, certo?! hahah)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Viajar  de navio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(“Io-Ho, Io-Ho/A pirate’s life for me!”)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Ver neve &lt;br /&gt;*Fazer um boneco de neve bem grande e derrubá-lo com uma  voadora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(É, eu acho que ainda sou uma criança hahahah) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Visitar o túmulo do Bruce Lee&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Simplesmente porque ele foi O MELHOR)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Dormir em  um colchão d'água&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Deve ser bom demais! E não me esqueço do Edward  Mãos-de-Tesoura estourando o colchão da menina sem querer hahah) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Bater em um boyzinho folgado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Juro que quando tiver a oportunidade de fazer isso eu posto  aqui no blog contando o quão boa foi a sensação descer a ripa em alguém dessa  raça maldita)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Me hospedar em um hotel 7 estrelas&lt;br /&gt;*Conhecer a  China&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(O berço das artes marciais…)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Conhecer o  Japão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Muita coisa que gosto vem da “terra do sol nascente”, apesar  de eu achar que os japoneses são um povo muito estranho…)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Pular de  pára-quedas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Haja cojones…)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;strike&gt;Conhecer a Isabella  pessoalmente&lt;/strike&gt; (FEITO!)&lt;br /&gt;*Conhecer a Cris pessoalmente&lt;br /&gt;*Ver um  furacão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Só espero sair vivo como espectador…)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Entrar em  um restaurante de luxo e pedir o prato mais caro com a bebida mais cara &lt;br /&gt;*Patinar no gelo&lt;br /&gt;*Ter algo muito raro e que ninguém mais tenha&lt;br /&gt;*Ter  um Husky Siberiano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Bom, se ter um lobo cinzento seria complicado, por que não um  cão tão parecido e que gosto desde criança?!)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Andar de ski e  snowboard&lt;br /&gt;*Descer um morro de neve num trenó&lt;br /&gt;*Entrar numa concessionária  de carros bem caros e fazer o povo de bobo fingindo que sou rico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(hahahah Esse também vai ser bom…em breve farei isso) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Entrar numa concessionária de carros bem caros e comprar um deles &lt;br /&gt;*Ser indispensável na vida de alguém&lt;br /&gt;*Ter aventuras sexuais em lugares  inusitados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Sim, tenho alguns lugares específicos de preferência, mas não  acho que aqui seja o melhor lugar pra falar sobre isso, né) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Conhecer o Caribe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Conhecer Bora  Bora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Um lugar que parece ser de mentira. Mas não é) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Andar numa montanha russa muito foda&lt;br /&gt;*Andar de  limusine&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;*Ter uma grande tatuagem nas costas com um desenho  feito por mim&lt;br /&gt;*Viver, pelo menos, até os 100 com saúde e  lucidez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;(Até lá eu acho que dá tempo de fazer os outros itens da lista,  né?!) &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Bom, é óbvio que eu omiti alguns itens na lista, então quem leu  vai continuar na curiosidade.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há algumas coisas que eu já consegui realizar. Não destes itens  que estão aí, é claro, mas outras coisas que já me aconteceram e eu não poderia  deixar passar batido. Nem tudo foi planejado, como foi o caso de ter sobrevivido  a um atropelamento e ter caminhado  um longo percurso na chuva de granizo do  Apocalipse, mas foi bacana ter passado por isso pra poder contar história.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Enfim, espero conseguir mesmo fazer tudo isso, até mesmo porque  a maioria não é nada impossível de ser feita. E também pode ser que eu  acrescente um ou outro item à medida que o tempo for passando, já que posso  passar a ter novas vontades, ou seja, é um “acordo” bastante flexível!&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hasta la vista!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-1501068514275076771?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/1501068514275076771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=1501068514275076771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/1501068514275076771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/1501068514275076771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2009/08/bucket-list.html' title='The Bucket List'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-2500283520962851854</id><published>2009-06-06T22:04:00.001-03:00</published><updated>2009-06-06T23:58:47.435-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei de Murphy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='deu zebra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='universidade'/><title type='text'>Shit happens, my friend!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;No último domingo meu relógio marcava algo em torno de 11:00 quando acordei e, desde então, até cerca de duas horas depois, eu recebi duas notícias, no mínimo, curiosas. A primeira foi logo que eu liguei para a casa do Hudson pra saber que horas nós iríamos para o chá de bebê da Michelle. A conversa foi mais ou menos assim:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“- Alô!&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Alô? Arnaldo?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Sim.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Aqui quem fala é o Alexandre, colega do Hudson. Tudo bom?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Opa, e aí Alexandre?! Tudo bem sim e você?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Tranqüilo. Aqui, o Hudson está aí?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Não. O Hudson ficou no Rio porque ele perdeu o vôo que tinha ontem de noite aqui pra BH. Aí ele não quis pagar a diferença pra pegar o vôo das 06:00 e resolveu voltar de ônibus mesmo. (…)”&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agora eu queria abrir um pequeno parêntese: como é que um indivíduo consegue perder um vôo?! Como?! Até mesmo eu, que não sou a pessoa mais pontual do mundo, nunca perdi uma viagem. Nem mesmo quando eu precisei voltar sozinho dos EUA (normalmente quem me coloca nos eixos pra não atrasar ao fazer as coisas é minha mãe). Confesso que já “cortei um riscado” várias vezes, como na última viagem que fiz pra Nova Guarapari com meu primo e alguns amigos, quando, na viagem de volta, eu inventei de ir trocar um anel que tinha comprado antes que o meu dedo ficasse preto e caísse. Fui correndo em uma das feiras da Praia do Morro, onde eu tinha comprado o tal anel (detalhe: faltavam tipo, 20 minutos para o ônibus sair) e, depois de receber trocentas ligações desesperadas do Bruno, voltei para a rodoviária faltando 2 minutos para o ônibus sair, com aquela cara de “É óbvio que eu ia voltar a tempo. Foi tudo friamente calculado!”. Sem contar que deixar o Bruno estressado é algo fácil e sempre divertido hahahah.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A outra grande pérola desse dia foi a ligação que eu recebi do dito cujo aí em cima, o Bruno. Mais uma vez, vamos recorrer à dramatização da “cena”:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“- Oi.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Ô mulambo, e aí? Beleza?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Tranqüilo.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Tô precisando de uma coisa aqui e acho que você pode me ajudar: onde é que eu vou encontrar algum lugar aberto vendendo piercings hoje?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Pô, Bruno…mas hoje é domingo, né. Praticamente tudo está fechado. Vai ser meio foda encontrar algum estúdio aberto. Mas aqui…que mal lhe pergunte, é algo tão urgente assim para que você não possa esperar até amanhã?!&amp;quot;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Bom, é que aconteceu um pequeno acidente. Enquanto tomava o café da manhã, eu engoli a bolinha do meu piercing.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- HAHAHAHAHAH&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Isso, ri mesmo, trouxa. Só porque não é você que está com uma esfera de metal dentro do estômago, né.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Bom, na pior das hipóteses, você sabe que seu organismo não vai digerir a bolinha, certo?!&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Ahn…&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- E você sabe onde é que você vai conseguir reencontrar a bolinha, né?! hahaha&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Ah, claro. E vou colocar de novo na boca, né!?! Prefiro ficar sem o piercing!&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- hahahah Eu tava zuando, né. Mas, em último caso…&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;(…)&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Acho bom que você NÃO comente sobre isso no seu blog pra tirar sarro do meu caso.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Hahaha beleza. Então falou, té mais.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;- Falou mulambo. Até.”&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sem comentários, né?! Sei que ele não vai ficar muito contente comigo por ter exposto o caso aqui, mas foi graças a ele que eu tive a idéia de criar este post. Mas isso foi só o que aconteceu no domingo. O restante da semana tinha mais coisas reservadas, mas com uma pequena diferença: o alvo seria eu. Já na virada de domingo pra segunda eu descobri que o casaco que havia emprestado pra minha colega na festa do sábado acabou ficando no carro da prima da aniversariante (fiquei até feliz com a notícia, já que não seria muito difícil dela esquecer o tal casaco na casa onde foi o aniversário, que fica longe pra cacete). Ah, detalhe…o casaco, pra variar, não era meu e sim do meu pai. Sabia que ele ia ficar me enchendo o saco durante a semana inteira, e não deu outra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em uma semana recheada de provas na faculdade é claro que nem tudo iria sair como planejado. Na prova de Psicologia Experimental II, era óbvio que a professora iria colcar questões JUSTAMENTE sobre as poucas coisas que deixei de ler. Pelo menos só perdi 4 pontos por conta disso (em uma prova que valia 15, mas acho que fora isso eu me dei bem). Mas é impressionante como as coisas conspiram para nosso fracasso no caso das provas. Podem dizer que é clichê, mas o pior é que é verdade. Pare e pense em quantas vezes você não sentiu vontade de levantar no meio da prova e dizer ao professor(a) “Porra, que merda é essa?! Como é que você me coloca questões justamente sobre aquilo que eu deixei de ler?! Como se não bastasse a quantidade enorme de textos da matéria, você ainda me faz isso?!”. Ok, pode ser que você nunca tenha sentido tanto ódio assim (não foi o caso desta prova, mas já cansei de ficar puto com coisas assim), mas aposto que você também já passou por isso. Pelo menos fica a lição: quando você se deparar com aquele texto chato ou com aquela nota de rodapé com informações aparentemente inúteis, não deixe de ler, porque certamente cairá na prova.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Murphy…ah, nosso querido amigo que conspira para a infelicidade alheia. Em uma das poucas semanas que deixei de levar os famosos pães-de-mel pra vender na faculdade, até pessoas que não compravam há MUITO tempo, ou mesmo pessoas desconhecidas, vieram me procurar pra comprar. E eu lá, com cara de bunda dizendo “ahn…essa semana eu não trouxe…”. Nessa brincadeira eu devo ter deixado de ganhar mais de 100 pratas. Vê se isso tem base?! Enfim…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas para fechar a semana com chave de ouro, eis que chega sexta feira. Um dia bacana, bom pra sair, tomar cerveja com os amigos, dar muitas risadas e descansar merecidamente depois de uma semana fudida. Merda nenhuma. Dormi menos de 6 horas de quinta pra sexta (o que costuma me deixar bastante mau-humorado), acordei as 05:40, e passei o dia INTEIRO na UFMG esperando até cerca de 20:00/21:00, que era o horário da calourada do DCE. Diga-se de passagem, eu nunca havia ido a uma calourada do DCE desde que entrei na faculdade e…… continuo sem ter ido a uma calourada do DCE. Já no meio da tarde, meu amigo Renan me fez o favor de colaborar pra tirar ainda mais o pouco de empolgação que me restava para a festa: “Ah, sei lá…essas calouradas do DCE não são grande coisa não. Já fui e não curti muito.”. Antes eu tivesse dado ouvidos a ele… Assim que cheguei perto da entrada da festa e vi o que me esperava, eu vendi meu ingresso pra uma caloura, dei meia volta e vim pra casa. O lugar estava simpesmente lotado. Mas tipo, MUITO cheio mesmo! “Ah, mas pra uma pessoa acostumada a ir em tantos shows você tá com muita frescura, Alex!”. Pois é, mas acontece que nos shows você fica parado. No máximo, pula ou então entra numa roda de mosh. Agora, imagine a fila pra comprar cerveja na tal festa?! Aposto que dava até pra perder a vontade de beber. Festas com tanta gente assim, estão fadadas ao fracasso. Você não consegue andar, não consegue bebida ou comida e não consegue andar junto do pessoal que está com você (sempre, SEMPRE tem alguém que se perde no meio da muvuca e dá trabalho pra ser encontrado depois). Então, pra que diabos você vai ficar na festa?! Com a maré de sorte, não seria difícil de perder o ônibus de 00:00 e ficar preso na UFMG até o horário do ônibus seguinte, as 02:30, então fui logo embora pra não correr o risco. Este tema sobre festas lotadas e/ou ruins merece um post exclusivo (mais um pra lista!), pra eu não precisar esticar ainda mais este daqui.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como se não bastasse, cá estou eu, com princípio de gripe e deixando de ir a uma comemoração de aniversário em um restaurante de comida japonesa, com medo de que possa acordar amanhã pior do que acordei hoje. Passei a tarde inteira assistindo desenho animado… está na cara que vou ficar gripado pra valer (isto se eu não for derrubado pela bronquite que me persegue insistentemente todos os anos). Este é sempre um dos primeiros sinais…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Será que isso tudo é o resultado de alguma maldição por eu ter postado aqui sobre o que aconteceu com o Bruno?! Será que é alguma das famosas “pragas de mãe”?! Será que as coisas vão de mal a pior indicando que um futuro feliz me aguarda em breve?! Não perca, no próximo episódio!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PS.: A culpa por ter perdido o vôo não é inteiramente do Hudson, já que a empresa aérea não colaborou com ele, mas ele bem que poderia ter chegado mais cedo no aeroporto, ao invés de botar os pés lá faltando menos de 30 minutos para a decolagem…&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-2500283520962851854?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/2500283520962851854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=2500283520962851854&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2500283520962851854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2500283520962851854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2009/06/shit-happens-my-friend.html' title='Shit happens, my friend!'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-8300390984705354792</id><published>2009-05-24T19:41:00.002-03:00</published><updated>2009-05-29T20:46:11.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='infância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversão'/><title type='text'>Da purrinha ao vídeo-game</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Lá vou eu mantendo a incrível freqüencia mensal de posts no blog. Está difícil manter isso daqui atualizado regularmente. Os horários doidos da faculdade e a falta de inspiração (ou então o esquecimento completo) pra colocar qualquer coisa interessante aqui acabaram me atrapalhando. Mas não vamos nos ater a esse detalhe e vamos ao que interessa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem me conhece bem sabe que desde pequeno há uma coisa à qual não resisto: jogos. Desde um simples jogo de Damas aos mais modernos jogos eletrônicos, sempre há espaço pra algum deles ocupar. Eu já fiz até mesmo uma famosa aposta que valia um presente especial pelo resultado de uma partida “melhor de 3” no Campo Minado do MSN (partidas muito acirradas, diga-se de passagem). E sempre tive quem me acompanhasse nas jogatinas, em especial, meus primos. Aliás, história pra gente contar sobre isso é o que não falta. Quando eu era um batutinha, com uns 5 anos de idade, conheci aquilo que iria mudar minha vida para sempre: o LENDÁRIO Super Nintedo. O que o meu dedão esquerdo sofreu com isso não está escrito nos outdoors. Jogávamos, literalmente, até o dedo ficar ferido e com bolhas. O que a gente tinha na cabeça?! Não sei, mas pelo menos tivemos infância hahah. E nossa infância deu pano pra manga. Vou até fazer um momento&lt;em&gt; flashback&lt;/em&gt; aqui no blog contando alguns casos, mas não agora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Ah, não! Puta que o pariu! Parei de jogar!”. Talvez essa tenha sido a frase que nós mais escutamos durante nossos jogos. Não dá pra falar de jogos sem falar de uma coisa que sempre caminhou de mãos dadas com a gente: as brigas e confusões. Qualquer um que estiver lendo isso vai pensar “Ah, mas às vezes rola uma discussão mesmo. É normal”. “Às vezes” o cacete, &lt;em&gt;mermão&lt;/em&gt;! Quer a gente estivesse jogando purrinha ou vìdeo-game, era raro a gente conseguir jogar qualquer coisa que fosse sem que alguém tacasse lenha na fogueira. Claro que isso não acontecia TODAS as vezes, mas as provocações e a competitividade também não eram visitantes tão ausentes assim. Aliás, até hoje isso acontece, já que não paramos de reunir pra jogar depois que ficamos mais velhos. Tanto é que eu NUNCA consegui terminar uma partida de War, vê se isso tem base?! Também já perdi a conta de quantas partidas de Imagem &amp;amp; Ação, Perfil, Master (o jogo produtor de pérolas em potencial), Combate, Mau-Mau, Palavras-Cruzadas e, acredite, até mesmo Damas ficaram pela metade depois de alguém soltar a primeira faísca. E a lista de jogos incompletos não pára por aí. Mas se tem um jogo aí no meio que desperta o ódio em meu coração só de escrever o nome dele é o tal do Palavras-Cruzadas. Jogo dos infernos, viu… Esse trem rendeu um quebra-pau tão grande em uma viagem que fizemos pra praia de Nova Guarapari em 2004 (se não me falha a memória; e ela não costuma falhar) que eu acho que nunca mais joguei o maldito jogo de tanta raiva que passei. Culpa da minha mãe. Se não fosse ela com o péssimo hábito de meter o bico de fora do jogo eu não teria começado a ficar impaciente (tudo bem que eu também não sou santo, mas minha mãe não colabora, né); como se não bastasse, alguém cismou com algo que eu fiz no jogo e eu não concordava nem a pau. O resultado disso foi desastroso, é claro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Você deve estar se perguntando o que é que acontece para que a gente brigue tanto nos jogos, já que isso era pra ser uma coisa divertida, certo?! E é divertido, eu nunca disse o contrário. Acontece que a gente sempre teve a mania de ficar fazendo provocações durante o jogo, o que deixa qualquer um puto, ainda mais se estiver perdendo. Outro problema vem das malditas regras do jogo, já que sempre aparece alguém pra discutir alguma regra com a qual não concorda; ou então quando descobrem que alguém está roubando. E o responsável pelo início das confusões poderia ser qualquer um (apesar de que, há um certo alguém em especial que era MESTRE pra riscar o fósforo, mas eu não vou contar que se trata do Gabriel). Eu mesmo não me esqueço de uma partida de Mau-Mau que eu estava jogando com mais 3 primos e que não acabava nunca. Depois de tanto desgaste o jogo acabou quando descobriram que eu estava roubando para a partida acabar mais depressa (essa vai pro pessoal da faculdade: não, eu não roubei nas partidas de Mau-Mau que jogamos até agora). Mas ainda que nossos jogos costumem acabar em confusão, não dá pra negar que adoramos nos reunir pra jogar e que a gente sempre se diverte muito, o que rende boas risadas e muita história pra contar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Confesso que havia um bom tempo que eu não jogava nada com freqüência, mas neste ano (que está sendo infinitamente melhor do que o anterior) eu encontrei calouros que são realmente animados e formam um grupo incrível de pessoas. Não que eu esteja desmerecendo as turmas anteriores, mas até agora a turma de 2009-1 tem me saído melhor do que a encomenda já que, além de animados, são também ótimas companhias. Consegui até mesmo marcar um dia de jogatina com o pessoal aqui em casa!  Enfim, com o aparecimento desses calouros os jogos viraram rotina, e o banco de concreto próximo ao D.A e o corredor das salas de Filosofia depois do almoço viraram parada obrigatória toda quarta e sexta. Este ano está dando tão certo que até mesmo os meus primos FINALMENTE conseguiram concretizar a profecia de 8 ou 9 anos atrás (queeeee isso!) e compraram um Playstation 2 (o plano de quase uma década atrás era comprar, obviamente, o Playstation 1). Isso é surreal! hahahah. Ter tido a oportunidade de juntar novamente com eles pra jogar vídeo-game e destruir meu dedão foi impagável. Só não vou contar a novela dos 2 com essa compra porque o post já está grande demais, então acho melhor deixar pra depois.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda que todos os primos não se reúnam pra jogar há um bom tempo, eu continuo mantendo o hábito lá na faculdade. Meus decks de baralho, pelo menos, não saem mais de dentro da mochila. Agora, se o famoso ditado envolvendo jogos é mesmo verdadeiro ou não, isso eu vou descobrir em breve…&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-8300390984705354792?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/8300390984705354792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=8300390984705354792&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8300390984705354792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8300390984705354792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2009/05/da-purrinha-ao-video-game.html' title='Da purrinha ao vídeo-game'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-8892016953649902313</id><published>2009-04-18T16:34:00.007-03:00</published><updated>2009-04-20T00:20:20.369-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='incrível'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iron maiden'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bizarro'/><title type='text'>Em algum lugar no tempo... [2]</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;No último post eu disse que contaria sobre os bastidores do show em um post à parte. Pois então, aqui está ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Podemos começar com os momentos finais antes de sair de casa em direção à Praça da Liberdade, o local de onde os ônibus da excursão partiriam. Desnecessário dizer que minha mãe e meu primo, Gabriel, estavam pegando no meu pé por conta da típica enrolação que eu arrumo sempre. Os ônibus tinham horário marcado pra sair às 23:59 (caralho, como eu tenho antipatia de coisas "imprecisas". Por quê não colocam 00:00 de uma vez?! É que nem "loja de R$ 1,99" – as mesmas que vendem coisas de todos os preços, menos no valor anunciado. Arredondem as coisas, é tão difícil assim?!?!) e nós fomos sair daqui de casa umas 23:40. Tudo bem que a distância daqui até a praça é relativamente curta, mas ainda que o Gabriel tenha inventado de comer um maldito sanduíche no Xodó em cima da hora e com apenas 1 caixa funcionando, o vilão da história pelo atraso ficou sendo eu. Bacana, né?! E eu lá segurando as pontas enquanto escutava o povo de reclamando de dentro do ônibus e o bonitão da bala chita lá, andando tranqüilamente com o lanche nas mãos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Atrasos à parte, a viagem foi BEM MAIS TRANQÜILA do que a do ano anterior. O pessoal do Black Metal resolveu não aparecer pra colocar Belphegor às 02:00 e deixar o som comendo solto a viagem inteira. Mas rolaram palhaçadas, como sempre, e foi muito engraçado. Mas é óbvio que eu não dormi direito na ida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;São Paulo, 10:30 do dia 15 de março de 2009. Colocávamos nossos pés pra fora do ônibus em direção à fila. E que fila, puta merda! Por mais que a gente andasse não conseguíamos ver o final dela – nosso destino fatídico, já que dessa vez eu dificilmente encontraria algum conhecido bem-posicionado na fila novamente. Mas é exatamente aqui que acontece a segunda melhor parte da viagem depois do show propriamente dito. Se em uma fila de um show “comum” em BH já da pra presenciar coisas altamente bizarras, imagine em um show desse porte e na maior cidade do Brasil!?! A começar pelas situações complicadas, como a jornada que eu e o Gabriel começamos em busca de um banheiro decente pra passar um fax destinado ao rio Tietê. Depois de uma busca incansável enquanto nosso contato na fila guardava nosso lugar e as coisas que garantiriam nossa sobrevivência até a hora do show, encontramos “um achado”. Ainda bem que descobrimos o lugar antes que a mulher começasse a cobrar pelo uso hahahah. Mas, de qualquer forma, o sol castigava, e não é fácil manter-se durante horas e horas na fila ainda que estivéssemos mais “leves”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A coisa toda começou a ficar bizarra mesmo na hora em que uma bendita equipe de reportagem da TV Cultura resolveu aparecer pra fazer uma matéria sobre o show. Cara, como eu ri. Bom, vamos à descrição do curioso “casal” de repórteres: a mulher era MUITO gata, mas Barbie demais a ponto de denunciar que ela não fazia a menor idéia do que se passava ali e que, definitivamente não fazia parte daquele ambiente; quanto ao homem, era um cara com um moicano tão estranho que levou o povo a começar a gritar “Bob! Bob!” (sim, o da Família Dinossauro!), com alguns spikes no pulso e um visual meio punk, ou seja, nada a ver com nada. Tudo bem que eles não precisavam estar com camisas do Iron para fazer a matéria, mas ainda que aquilo tudo fosse um teatro da parte deles, deviam pelo menos ter pesquisado um pouco antes, né?! Enfim...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas tirando as palhaçadas que o povo fazia ao pegar no pé do cara ou ao chamar a menina de “gostosa”, engraçado mesmo foi ver as tentativas de entrevistas. Sim, TENTATIVAS. Aposto que aquela foi a matéria mais difícil da vida deles hahaha. Sempre que uma entrevista com algum fã que estava na fila começava a fluir, algum espírito de porco resolvia avacalhar – e sempre havia um bando pra acompanhar, é claro. Eu estou caçando algum vídeo disso no You Tube e não encontro nem fudendo. Quando encontrar eu posto aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lá pelas tantas, enquanto nos distraíamos parados na fila e assistíamos as tentativas de entrevista, o céu simplesmente fecha do nada e começa a cair um pé d’água brutal. E quando digo brutal é porque realmente foi exageradamente forte e ventando muito. É ÓBVIO que fiquei completamente encharcado (pode parecer uma observação idiota, mas quem convive comigo sacou o motivo do comentário e provavelmente está rindo da minha cara neste momento, não é mesmo Srta. Ju?!) e não tive nem chance de me proteger e, como se não bastasse, a sensação térmica caiu bastante em contraste com o calor fudido de antes. Na mesma hora me lembrei dos vendedores aleatórios que passavam pela fila dizendo “Olha a capa de chuva! Previsão pra hoje é de chuva!”. Malditos. E é claro que nessa hora surgiram mais vendedores por brotamento, provavelmente. Acho que a coisa funciona mais ou menos no mesmo esquema dos Gremlins quando cai água sobre eles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A chuva, da mesma forma como chegou, foi embora – do nada. A fila andou e, com um pouco de custo, entramos no autódromo de Interlagos. O lugar é gigantesco, mas devido à contribuição da Mãe Natureza, as partes gramadas se transformaram num verdadeiro lamaçal. Fomos espertos  o suficiente e garantimos nosso lugar onde era asfaltado e com boa vista do palco. Dessa vez meu 1,68m não seria um problema muito grande pra visualizar o palco direito. Enquanto esperávamos até que a noite caísse e começasse o show de abertura, nos divertimos bastante com os escorregões e outras coisas engraçadas providenciadas pela lama. Aliás, foi nessa hora que um gordinho resolveu subir um morrinho na lateral do espaço reservado para o show e começou a pular de barriga, deslizando morro abaixo. O cara virou a sensação do momento e a galera toda virou pra trás e começou a assistir ao “espetáculo” do gordinho – que depois recebeu a companhia de mais uns 3 caras sem noção. Isso durou até o momento em que ele não tinha mais forças pra subir o morrinho e já estava tão tonto que provavelmente nem deve se lembrar de nada direito. Mas sou capaz de apostar que no dia seguinte, com a ressaca e os hematomas, ele deve ter se lembrado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Finalmente, a noite caiu e daí pra frente vocês já conhecem a história...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Terminando o show, o lugar se transformou num caos e levamos quase 1 hora pra sair de lá. Se dependesse do Gabriel pra encontrar o nosso ônibus, estaríamos até hoje procurando por ele em São Paulo... Por fim, entramos no ônibus e dormimos como crianças na viagem de volta.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A propósito, aí vão alguns vídeos do gordinho escorregando morro abaixo na lama!&lt;/p&gt;  &lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:19d35f1a-1ba3-4031-a685-6d15ec5277c3" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline; float: none;"&gt;&lt;div id="f4b95f29-f8c5-4d1e-91cc-3d83a8378ee4" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FhoKREhRWD8" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_wPiVKB9xSwI/SeorNbW-aAI/AAAAAAAAACA/5fm1eZCEstU/video69ed6febbd12%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('f4b95f29-f8c5-4d1e-91cc-3d83a8378ee4'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FhoKREhRWD8&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FhoKREhRWD8&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:42a615f2-4214-43a7-bd67-277bf42862a7" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline; float: none;"&gt;&lt;div id="a1688dd4-7b1b-40cf-bcf4-564a330b10e4" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Q9HfJUci4oc" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_wPiVKB9xSwI/SeorOE-9CDI/AAAAAAAAACE/jOgb3vd_P_w/video359c06362781%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('a1688dd4-7b1b-40cf-bcf4-564a330b10e4'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/Q9HfJUci4oc&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/Q9HfJUci4oc&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-8892016953649902313?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/8892016953649902313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=8892016953649902313&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8892016953649902313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8892016953649902313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2009/04/nos-bastidores-do-show_18.html' title='Em algum lugar no tempo... [2]'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_wPiVKB9xSwI/SeorNbW-aAI/AAAAAAAAACA/5fm1eZCEstU/s72-c/video69ed6febbd12%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-8882164134306985771</id><published>2009-03-17T19:11:00.010-03:00</published><updated>2009-05-29T21:02:20.533-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='incrível'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iron maiden'/><title type='text'>Em algum lugar no tempo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após 3 meses sem postar neste blog eu resolvi baixar aqui pra tirar a poeira e as teias de aranha para falar sobre uma das coisas mais incríveis que já presenciei até hoje (eu fiquei muito tempo parado porque estive completamente à toa durante as férias...como não acontecia nada de interessante, eu não tinha nada para postar por aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semestre novo, calouros novos, nova rotina, novo show do Iron Maiden...Opa! Outro show no Brasil em um intervalo de apenas 1 ano?! Sim, e digo: foi "ducaralho"! Mas vamos voltar um pouco no tempo, quando tudo começou, e depois eu retorno neste ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, tudo começou quando meus pais se conheceram, em 1980 e...(ok, não precisamos voltar tanto no tempo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei a escutar heavy metal, eu estava com 14 anos de idade e a banda que serviu como o gatilho para a paixão que eu iria desenvolver fervorosamente nos anos seguintes foi o Metallica (que se tornou minha banda favorita desde então). Acontece que, enquanto eu estava me viciando em Metallica, meu primo (Gabriel) não parava de escutar o Iron Maiden, o que gerava certa "rivalidade" (coloco entre aspas porque nenhum de nós desconsiderava a qualidade da banda que o outro escutava) entre nós dois sobre qual das duas era A banda. Mas essa "rivalidade" desapareceu rapidamente e quando me dei conta eu já estava contaminado pelo som do Maiden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco menos de 1 ano após isso, o Iron Maiden veio ao Brasil, em 2004, mas não pude fazer mais do que acompanhar as notícias sobre o show na TV. 5 anos de espera e finalmente eu e o Gabriel pudemos ver a Donzela de Ferro em março de 2008, pela 1ª vez, em São Paulo. E, como todos dizem: a 1ª vez é inesquecível. Como se não bastasse, a turnê, nomeada "Somewhere Back in Time", iria englobar as músicas dos três maiores álbuns da banda (pra quem nunca reparou, o nome do meu blog veio de um destes álbuns, como uma homenagem e por uma escolha de significado pessoal), da era conhecida como "The Golden Years", em uma verdadeira volta aos anos 80 e um festival de clássicos. Oportunidade única. Todos que vieram conversar comigo pra perguntar sobre o show sabem que meus olhos se encheram d'água ao ver a banda subindo no palco ao som de Aces High, assim como em outras músicas. Foi uma experiência marcante e, apesar de não ter conseguido visualizar o palco direito por causa da altura extremamente baixa (do palco.......e por causa da minha altura também hahah) eu saí do estádio com um sorriso de orelha a orelha, enquanto olhava pro meu primo, que sorria de volta refletindo a satisfação por ter estado ali, no meio de 40 mil pessoas enquanto presenciávamos a performance da banda britânica. Aliás, talvez o mais incrível tenha sido duas coisas em especial que o destino me reservou naquele dia: uma delas foi a oportunidade de poder ter acompanhado aquilo tudo ao lado do meu primo (e nós nem sabíamos o que nos esperava no ano seguinte); a outra foi uma coincidência um tanto quanto curiosa que envolve uma pessoa que não vou citar o nome aqui, pois ela sabe quem ela é, e isso já é o suficiente. Enfim, coisas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2008 foi chegando ao fim e a notícia vem em peso novamente: Iron Maiden de volta ao Brasil em março de 2009 para a parte final da "Somewhere Back in Time - World Tour". Planos foram feitos (ainda que alguns não tenham dado certo, infelizmente) e, novamente, eu e o Gabriel com nossos ingressos na mão apenas esperando pelo dia 15/03/2009. E agora eu retorno para aquele ponto em que havia parado no começo do texto. Vou pular várias partes - que pretendo comentar em outro post exclusivo pra isso - e ir direto para o que interessa. Não pretendo fazer aqui um review da apresentação da banda. Pra quem estiver afim de ler isso, procure no &lt;a href="http://www.whiplash.net/"&gt;Whiplash&lt;/a&gt; que você vai encontrar reviews aos montes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que as vendas foram anunciadas, fiz questão de garantir nossos ingressos nos primeiros minutos de venda, para o show de São Paulo. Acontece que após algum tempo, anunciaram uma data em BH, o que me fez pensar sobre que rumo eu iria tomar, mas acabei me decidindo pelo show de São Paulo mesmo, e o Gabriel também me acompanhou nesta decisão: foi a escolha mais do que correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o 1º show tenha sido mais marcante, esta última apresentação foi ainda mais espetacular, superando todas as expectativas. Tanto que não conseguíamos acreditar naquilo que nossos olhos viam (e dessa vez nossos olhos REALMENTE viam o palco). Posso afirmar com certeza absoluta de que foi o melhor show de toda a minha vida até o momento. A banda ainda é a mesma e o setlist sofreu poucas modificações de 2008 pra 2009, mas ver o palco completo com os efeitos pirotécnicos e tudo mais é algo sem igual. E o melhor de tudo era saber que a promessa feita pela banda de que aquele seria o maior show JÁ FEITO na América do Sul, estava sendo cumprida: a banda juntou nada mais, nada menos do que 63 mil pessoas no autódromo de Interlagos, o que veio a se tornar oficialmente o maior público do Iron Maiden em um show exclusivo da banda. Não sei se vocês têm alguma noção do que isso vem a ser, visualmente falando, mas imaginar esse público ou ver pela TV não é, NEM DE LONGE, a mesma coisa que ver ao vivo. Pouco antes de o show começar, eu subi nos ombros do Gabriel pra dar uma olhada ao nosso redor e simplesmente não conseguia acreditar naquilo que eu via. Esta certamente foi uma das cenas mais impressionantes que já tive a oportunidade de ver ao vivo. Se no show do ano anterior nossa satisfação já foi imensa, neste último ela superou tudo o que eu poderia imaginar. Não dá pra explicar em palavras a sensação que vem assim que as luzes se apagam e a música de introdução começa a tocar enquanto você espera ansiosamente pelo momento em que a banda sobe ao palco - quem já passou por isso sabe do que estou falando. Isto acontece comigo em todos os shows que vou, mas com 63 mil pessoas vibrando de ansiedade e emoção ao seu redor, a intensidade desta sensação é multiplicada de forma inimaginável. De quebra, ainda participamos de um momento histórico para a banda. Ver o Iron Maiden ao vivo é uma experiência pela qual todos que curtem uma boa música deveriam passar. Simplesmente incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda deixou o palco com a promessa de um álbum novo em 2010 e uma nova passagem pelo Brasil em 2011. Mais uma vez estarei presente. Agora só estou curioso pra saber como vai ser o show em BH no "excelente" ginásio Mineirinho, amanhã. Quinta feira eu descubro isso hahahah. Pra fechar com chave de ouro em homenagem a toda essa história que começou em 2003:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Up the Irons!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-8882164134306985771?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/8882164134306985771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=8882164134306985771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8882164134306985771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8882164134306985771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2009/03/em-algum-lugar-no-tempo.html' title='Em algum lugar no tempo...'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-239586218606178283</id><published>2008-12-16T16:12:00.008-02:00</published><updated>2008-12-17T01:58:59.391-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revolta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='universidade'/><title type='text'>"Há poucos que já foram, e muitos que nunca serão"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tema sobre o qual vou escrever dessa vez surgiu por acaso, enquanto eu escrevia o parágrafo introdutório para um outro assunto, que resolvi abordar em outra ocasião. Logo que eu citei meu exame especial de Estatística II neste post que estava escrevendo, eu apaguei todo o parágrafo introdutório para escrever sobre uma das coisas que mais me incomoda na faculdade. Aliás, creio que este tema agrade bastante algumas pessoas do meu círculo de amizades, em especial o Carlos e o Hudson, já que rendeu inúmeros debates entre nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos ilustrar a situação: um estudante de Ensino Médio/Fundamental não consegue se dar bem em alguma matéria e, por esse motivo, se vê obrigado a realizar uma prova de recuperação; agora imaginem a mesma situação com um estudante universitário. Acontece que o universitário não faz prova de recuperação...ele faz "&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;exame especial&lt;/span&gt;". Ah, mas que frescura! E qual a diferença?! O cara tá no bico do urubu tanto quanto o outro, mas como ele está na faculdade o nome fica mais bonitinho. E não é apenas isso. Quando o sujeito é expulso da universidade, ele não é expulso...é "&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;jubilado&lt;/span&gt;". Chique, né?! Afinal de contas, ele já não é um estudante comum de colégio, certo?!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que acabei de escrever no parágrafo acima nada mais é do que uma simpes implicância minha, mas que serve como alavanca para aquilo que verdadeiramente me incomoda. Sinceramente, não sei qual é a razão por trás dessas mudanças inúteis que são incorporadas no meio acadêmico, mas essas que citei são apenas amostras das tentativas ridículas das pessoas de tentarem fingir que as coisas são diferentes agora que se encontram na universidade. Pura vaidade; puro teatro. E é exatamente sobre isso que gostaria de discorrer dessa vez. Concordo que a realidade universitária seja sim, diferente da realidade enfrentada nos colégios em diversos pontos e deve ser encarada com maior seriedade, uma vez que partimos do pressuposto que o curso escolhido está nos formando para aquilo que será o caminho que seguiremos para o resto de nossas vidas - ainda que seja apenas o primeiro passo nessa direção. Mas a bem da verdade, é apenas uma troca de roupa. Acontece que alguns acham que basta colocar a nova roupa para que a transformação ocorra; é como alguém que veste um traje de gala e finge um comportamento elegante, mas em sua essência continua sendo tão insignificante como antes. Muitos acreditam que basta entrar para a faculdade para que se transformem em novas pessoas, mais sofisticadas intelectualmente, como se "estar na universidade" fosse condição intrínseca para maturidade pessoal e acadêmica, mas a coisa não fuciona bem assim. Tanto é que eu conheço muitas pessoas que, apesar de estarem se graduando em algum curso, continuam sendo um tanto quanto imaturas, seja no aspecto psicossocial ou acadêmico. Por outro lado, aproveitando-se da crença que "estar na universidade é sinônimo de amadurecimento", algumas pessoas adotam uma postura pseudo-intelectual que serve apenas como fachada. E é exatamente a adoção dessa postura que me incomoda, mesmo porque a maioria esmagadora (para não dizer absoluta) dessas pessoas é completamente medíocre e com capacidade extremamente limitada. Eu não me surpreenderia se encontrasse algumas das pessoas que estudaram no meu antigo colégio e que não tinham absolutamente nada na cabeça agindo como se fossem melhores agora que estão na faculdade. Muitas dessas pessoas chegaram, inclusive, a passar para a melhor universidade de Minas Gerais, e uma das melhores do Brasil: a UFMG. E aí a coisa fica ainda mais interessante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passar no vestibular da UFMG também não é sinônimo de superioridade acadêmica/intelectual. Conheço pessoas que seguem o caminho perfeito para se tornarem péssimos profissionais, empurrando o curso com a barriga e/ou com uma mentalidade ridiculamente infantil. Tomando como exemplo meu próprio curso, conheço muitos que se tornarão psicólogos enquanto outros se tornarão Psicólogos. Já fui obrigado a assistir algumas apresentações de seminário que beiram o absurdo de tão ridículas para um padrão que se espera na faculdade. Mas também fui obrigado a suportar as atitudes de uma professora que encarava os alunos como uma turma de primário. E não estou exagerando quando digo isso, levando-se em conta que presenciei uma das aulas mais idiotas que já tive até hoje, ministrada por essa professora, e olha que já estamos caminhando para a metade do curso. Dois lados de um mesmo problema. Mas vamos voltar nossos olhares para os estudantes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concordo em grande parte com um polêmico professor que eu tive no 1º período que costumava dizer que nós, estudantes de graduação, ainda somos medíocres no que diz respeito a leituras acadêmicas e produção de conhecimento. Acontece que alguns adotam essa postura até o final do curso ou então agem como verdadeiros atores fingindo alguma mudança, enquanto outros, de fato, correm atrás de um avanço pessoal e assumem verdadeiramente um compromisso com a vida acadêmica. Pode parecer confuso para alguns se eu de fato defendo a mudança de postura dos estudantes ou não. Defendo sim a mudança de postura, desde que não seja algo fingido e ilusório, e que o indivíduo não caia no erro de acreditar que a transformação é automática ao dizer "eu sou um estudante universitário", ostentando esse discurso como se fosse um troféu. Se a pessoa não correr atrás de uma mudança real, tudo vai continuar no mesmo lugar: um aluno em sala de aula REproduzindo conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, se me permitem, vou voltar aos estudos para o meu exame especial.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-239586218606178283?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/239586218606178283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=239586218606178283&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/239586218606178283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/239586218606178283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/12/h-poucos-que-j-foram-e-muitos-que-nunca.html' title='&quot;Há poucos que já foram, e muitos que nunca serão&quot;'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-1410809503498036186</id><published>2008-12-14T17:39:00.006-02:00</published><updated>2008-12-14T21:23:38.808-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='review'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Review de filme: Cloverfield</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SUWPUHxz33I/AAAAAAAAABM/RaZ_G2VKlGg/s1600-h/Cloverfield.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 148px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SUWPUHxz33I/AAAAAAAAABM/RaZ_G2VKlGg/s200/Cloverfield.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279783714009898866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SUWPjTUsq3I/AAAAAAAAABU/JCGcNE8szng/s200/estrelap_4.png" style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 56px; height: 13px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279783974807055218" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente! Depois de uma longa espera, consegui assistir ao filme que tanto quis ver no cinema enquanto ainda estava em cartaz e que - não me lembro o motivo - acabei não conseguindo. Como podem imaginar eu estou bastante satisfeito com o resultado, por outro lado, completamente enfurecido por ter perdido a oportunidade de vê-lo na telona, já que se trata de um daqueles filmes que eu digo que foi feito para ser visto especialmente no cinema (aliás, qual filme não fica melhor no cinema?!). Fazer o que, né? "Ah, então você se fudeu, Alex! hahah". Que nada, meu amigo. Posso não ter visto o filme no cinema, mas consegui uma aproximação muito boa disso com meu novíssimo sistema de Home Theater 5.1 mais uma placa &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Sound Blaster Live! 24-bit&lt;/span&gt;, transformada em um sistema &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;X-Fi Xtreme Audio&lt;/span&gt;! HAHAHAHAHAH!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, vamos ao que interessa: o filme. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt;, para quem não se lembra, é um filme no estilo &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;A Bruxa de Blair,&lt;/span&gt; que citei ao escrever meu review sobre &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html"&gt;[REC]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Sinopse:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Cinco jovens novaiorquinos dão uma festa de despedida para um amigo na noite em que um monstro do tamanho de um arranha-céu ataca a cidade. Contado do ponto de vista da câmera de vídeo deles, o filme é um documento de suas tentativas de sobreviver ao mais surreal e aterrorizador evento de suas vidas. (Fonte: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cinemaemcena.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Cinema em Cena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como em &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;a href="http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html"&gt;[REC]&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;(e me perdoem desde já, mas as comparações entre dois filmes são inevitáveis), palmas para a idéia de fazer o filme na perspectiva em primeira pessoa, neste caso, trazendo à tela a perspectiva da população perante a catástrofe, o que muitas vezes nos remete às sempre presentes "filmagens de um cinegrafista amador" que acompanham os mais curiosos fatos mundo afora (aliás, me impressiona como é que SEMPRE tem alguém com uma câmera em mãos pra documentar coisas inacreditáveis). As semelhanças notadas com os desastres de 11 de setembro e as filmagens de cinegrafistas amadores (eles...sempre eles...) nesta data mostrando o desespero da população não são mera coincidência, como diz o ator &lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; "&gt;Michael Stahl-David nos extras do DVD. E por falar em desespero, o filme nos passa essa sensação com eficácia, e até me espantei ao descobrir que, em várias cenas, os atores se preparavam fisicamente durante alguns minutos para já entrar em cena com a respiração pesada e ofegante sem precisar fingir isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez o maior trunfo de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt; tenha sido todo o mistério envolvendo a sua produção e que não decepcionou os espectadores ao estrear no cinema. Eu descobri o filme por acaso, durante o tempo em que acompanhava diariamente o blog de publicidade &lt;a href="http://www.brainstorm9.com.br/"&gt;Brainstorm #9&lt;/a&gt;. Ninguém sabia absolutamente nada sobre o filme, nem mesmo qual seria seu verdadeiro título, e então começou uma enorme caça aos &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;easter eggs&lt;/span&gt; relacionados ao filme, sempre enigmáticos e, por essa mesma razão, eficientes. Seguindo essa linha de mistério, o próprio filme nos mantém sabendo o mesmo tanto que suas personagens sobre aquilo que está ocorrendo em NY, ou seja, absolutamente nada. Isso contribui para prender a atenção do espectador, uma vez que descobrimos o que se passa no mesmo ritmo das personagens. Se alguns críticos apontaram uma falha em &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html"&gt;[REC]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; no momento em que este tenta se justificar (e eu não concordo nem um pouco com esta crítica), não podem dizer o mesmo de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contando com uma edição de cortes secos, fotografia propositalmente mal-enquadrada e, mais uma vez, trazendo grande tensão nos momentos em que a iluminação do ambiente não contribui para ajudar as personagens (que têm de recorrer aos limitados - porém eficientes - recursos da própria câmera), &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield &lt;/span&gt;emprega dinamismo ao mesmo tempo em que gera desconforto e certa dose de desespero ao espectador, já que este não consegue acompanhar tudo que se passa durante todo o tempo. O efeito de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;flashbacks&lt;/span&gt; causados pelos acidentes da fita que já se encontrava dentro da câmera, que ocorrem espontâneamente ao longo do filme, trazem consigo certa melancolia no momento em que nos deparamos com um passado agradável e que entra em contraste com o futuro caótico que os aguarda. Mesmo não sendo tão cru quanto seu semelhante, já que &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Cloverfield&lt;/span&gt; se apoia muito nos efeitos visuais, também acerta ao não inserir uma trilha sonora, pois isso certamente iria arruinar o clima gerado pelo filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não ser tão intenso quanto &lt;a href="http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, nem por isso deixa de merecer seu posto. O filme faz por merecer e ocupa um lugar de destaque por suas qualidades. Ainda estou arrependido de não tê-lo visto no cinema, mas há boatos quanto a uma continuação independente do primeiro filme. Sinceramente, não aposto todas as minhas fichas de que vá ser uma experiência tão marcante; por outro lado, aposto TODAS as minhas fichas de que o remake norte-americano de &lt;a href="http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (o filme &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Quarentena&lt;/span&gt;) vai ser um desastre perto do original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como tive a oportunidade de vê-lo em DVD, aproveito para comentar rapidamente sobre os bons extras que o disco traz, contendo muitas curiosidades sobre a criação do filme e como fizeram para mantê-lo em segredo (ou quase isso). E se a personagem da bela atriz Lizzy Caplan (Marlena) se mostra calada e não muito simpática durante o filme, atrás das câmeras a atriz é bastante divertida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desapontado por eu não ter escrito uma palavra sequer sobre o tal monstro responsável por toda a desgraça que ocorre no filme? Assista e descubra o monstro por si mesmo...eu não prentendo estragar a surpresa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-1410809503498036186?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/1410809503498036186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=1410809503498036186&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/1410809503498036186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/1410809503498036186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/12/review-de-filme-cloverfield.html' title='Review de filme: Cloverfield'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SUWPUHxz33I/AAAAAAAAABM/RaZ_G2VKlGg/s72-c/Cloverfield.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-2567731849267533320</id><published>2008-12-07T13:00:00.006-02:00</published><updated>2008-12-08T22:40:14.175-02:00</updated><title type='text'>"Tem que pagar pra ver, tem que ver pra crer (...)"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de duas longas semanas sem postar por aqui muita coisa aconteceu, é claro. Assisti (lamentavelmente) ao filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Max Payne&lt;/span&gt;, cujo maior atrativo além da direção de arte e de duas cenas à la &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Matrix&lt;/span&gt; com efeito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"bullet time"&lt;/span&gt;, foi a parte em que o alarme de incêndio do cinema disparou, causando a interrupção do filme e uma reação, no mínimo curiosa, de todos os que se encontravam na sala do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, já que toquei no assunto, vou aproveitar para me estender sobre o tema. Não sei se isso já ocorreu com algum de vocês ou se já ouviram algum caso sobre o disparo de alarmes de incêndio, sobretudo no cinema, mas pelo menos comigo foi a primeira vez que isso ocorreu ao ver um filme. Curiosamente, não funciona. Ou, pelo menos, não como deveria funcionar. No momento em que soou o primeiro toque do alarme, acredito que todos, assim como eu, durante uma fração de segundo, acreditaram que era algum som vindo do filme, até que veio o segundo som já acompanhado das luzes vermelhas e assim continuou. A projeção foi interrompida, as luzes se acenderam e......todos os espectadores continuaram no mesmo lugar. Não, não foi uma correria generalizada do tipo&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Run to the hills, run for your lives!!!". &lt;/span&gt;Todos, inclusive eu, ficaram se entreolhando sem saber o que fazer. A primeira coisa que veio à minha cabeça foi "Caralho, eu gastei dinheiro à toa com o filme?!" (se bem que, com incêndio ou sem incêndio o dinheiro foi desperdiçado), depois "Porra, que doido! Nunca imaginei que isso fosse acontecer!" e, finalmente, meu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;superego&lt;/span&gt; resolveu entrar em ação: "Ok...não vejo chamas ou fumaça...e nem sinto o cheiro de queimado..." (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;superego&lt;/span&gt; um tanto quanto ineficiente, diga-se de passagem...). Ora, aquilo era algo inédito! Não é todo dia que um cinema da sua cidade pega fogo justamente no momento em que você decide sair de casa para ver um filme. Mas eu fiquei decepcionado com a falta de emoção da situação...é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, pelo sim ou pelo não, uma turma de meia dúzia de pessoas que estavam sentadas mais à frente decidiram abandonar a sala. Perderam tempo. Assim que saíram, o alarme parou de soar, as luzes se apagaram novamente e o filme foi retomado no ponto em que havia sido interrompido. E é aí que eu pergunto: e se o cinema realmente estivesse em chamas?! Certamente que aquele que vos escreve neste momento estaria em processo de reconhecimento da arcada dentária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que pela falta de tragédias incendiárias no nosso dia-a-dia, muitos de nós são pegos de surpresa com essas eventualidades e acabam caindo na mesma situação que eu e os outros espectadores: ficar sem saber o que fazer. Garanto que todos, assim como eu, não acreditavam que realmente estivesse ocorrendo um incêndio no local...o pior é que parecia mesmo mentira. Mesmo que SEMPRE passe aquele aviso no início de cada sessão sobre como proceder no caso de incêndios, ninguém fez a coisa da forma correta. "E a galera que resolveu sair da sala, Alex?! Eles fizeram a coisa certa!". Não, não fizeram...porque eles não saíram pela porta de emergência (ou seja, teriam se fudido da mesma forma hahahah).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje não sei se havia algo pegando fogo, se foi alarme falso ou se foi uma simulação. Seja como for, em qualquer um dos três casos, foi um tremendo desastre...sobretudo no caso de uma simulação. Agora, quem ficou realmente queimado na história foi o cinema, já que NINGUÉM, nem mesmo alguma voz do além, surgiu para esclarecer a situação para aqueles que ficaram sem entender absolutamente nada do que se passou naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, é aquela velha história de achar que tudo só acontece com o vizinho. Vai nessa, campeão...um dia você se fode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Gostaria de aproveitar o final do post para desejar boa sorte à Erika (Erú) e à Luíza, que começaram a prova da 1ª etapa do vestibular da UFMG neste exato momento (14:00)!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-2567731849267533320?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/2567731849267533320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=2567731849267533320&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2567731849267533320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2567731849267533320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/12/depois-de-duas-longas-semanas-sem.html' title='&quot;Tem que pagar pra ver, tem que ver pra crer (...)&quot;'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-4219732692839727369</id><published>2008-11-20T22:00:00.011-02:00</published><updated>2008-11-21T13:55:28.952-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='review'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Review de filme: [REC]</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SSYsUYFfWVI/AAAAAAAAAAk/4jHBA_d-j3M/s1600-h/rec_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 142px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SSYsUYFfWVI/AAAAAAAAAAk/4jHBA_d-j3M/s200/rec_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270949142458227026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SSYh8HKUWmI/AAAAAAAAAAM/7c3PexV6hm0/s1600-h/estrelap_4.png"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 56px; height: 13px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SSYh8HKUWmI/AAAAAAAAAAM/7c3PexV6hm0/s320/estrelap_4.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270937730481936994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei de retornar da sessão de cinema e a primeira coisa que tenho a dizer é que estou tenso até agora! Para quem não sabe, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt; é um filme espanhol que estreou sexta feira passada nos cinemas nacionais, com a seguinte história:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_sinopse_texto"&gt;Sinopse: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_sinopse"&gt;Uma jornalista e seu cinegrafista estão fazendo uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros com a intenção de mostrar o dia-a-dia desses profissionais. Mas ao acompanhá-los a uma de suas saídas noturnas, o que parecia uma ocorrência rotineira de resgate se converterá em um autêntico inferno. Presos no interior de um edifício, os bombeiros e a equipe de televisão vão se deparar com um horror desconhecido e letal. (Fonte: &lt;a href="http://www.cinemaemcena.com.br/"&gt;Cinema em Cena&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Se tomarmos como base apenas a leitura desta sinopse o filme aparenta relativa simplicidade, mas definitivamente não condiz com esta impressão. Confesso que há muito tempo eu não assistia a um filme que fosse capaz de causar no espectador a impressão de fazer parte da história, gerando sensações semelhantes àquelas de suas personagens, como é o caso do primeiro filme de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jogos Mortais&lt;/span&gt;, no qual você começa a entrar no mesmo jogo (psicológico) sufocante das duas personagens principais que se encontram enclausuradas no banheiro (diga-se de passagem, a franquia pecou muito por ter perdido esta característica ao longo das seqüências). Porém, com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt; há uma ligeira diferença: você não apenas tem a impressão de fazer parte do filme e ter sensações semelhantes; você se encontra praticamente dentro do filme e, pode-se dizer que, salvo a distância entre o espectador e a tela, as sensações são exatamente as mesmas. E isto porque o filme não conta com uma filmagem convencional, mas segue o estilo de outros filmes como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Bruxa de Blair &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt; (o qual, segundo me disseram, é tão eficaz quanto o filme em questão), contando com uma filmagem em primeira pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se consegue com este recurso é algo impressionante em termos de envolvimento. Associada aos excelentes efeitos da edição de som - que se mostram como um dos aspectos fundamentais do filme em conjunto com a forte atuação de Manuela Velasco, que interpreta a repórter Angela Vidal - a câmera de Pablo Rosso se torna nossos olhos e ouvidos, inclusive nos privando dos mesmos sentidos em alguns momentos. Por não contar com uma trilha sonora, preserva-se todo o aspecto cru da narrativa, e o fato de acompanharmos a exploração do prédio onde o filme se passa estritamente pelas lentes da câmera, nos coloca tão limitados como as personagens muitas vezes se encontram (recurso que, em determinada seqüência, é brilhantemente explorado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já citei, a atuação convincente das personagens é outro ponto-chave. Mesmo não contando com nenhuma grande estrela do cinema, a naturalidade com a qual os atores entram em cena (e não confundir naturalidade com apatia) ajuda a completar o conjunto do filme. A dúvida e os questionamentos que surgem logo no início, tanto quanto o desespero que se instala continuamente, são contagiantes (nos dois sentidos, inclusive: entre as personagens e na relação espectador-filme). A curiosidade da repórter Angela Vidal (Velasco) serve como guia para que possamos, aos poucos, nos dar conta da verdadeira situação na qual todos aqueles presentes no prédio se encontram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de apresentar-se agitado desde os seus momentos iniciais, confesso que até o final do primeiro ato eu não estava tão empolgado com as seqüências do filme, e ainda permaneci a certa distância do mesmo. Mas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt; aumenta de intensidade à medida que avança a projeção e o envolvimento é quase que obrigatório. Da mesma forma, as sensações explosivas e a tensão permanente trazidas com o filme vão se tornando mais impactantes, chegando ao ponto de deixar o espectador quase que completamente travado no ato final do filme. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;[REC]&lt;/span&gt; impressiona justamente por não ser como os filmes convencionais de terror/suspense, já que o gênero tem perdido a força nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que todos os efeitos sonoros e visuais do filme não possuam o mesmo impacto se forem vivenciados fora de uma sala de cinema, então não perca a oportunidade para vê-lo enquanto ainda estiver em cartaz. Altamente recomendado!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-4219732692839727369?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/4219732692839727369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=4219732692839727369&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/4219732692839727369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/4219732692839727369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/review-de-filme-rec.html' title='Review de filme: [REC]'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wPiVKB9xSwI/SSYsUYFfWVI/AAAAAAAAAAk/4jHBA_d-j3M/s72-c/rec_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-7355082468247339986</id><published>2008-11-18T20:19:00.011-02:00</published><updated>2008-11-21T20:13:28.558-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revolta'/><title type='text'>E eu que achava que já tinha visto de tudo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Já vi diversas formas de preconceito contra meu estilo musical favorito, mas em forma de "estudo científico" é a primeira vez. Aliás, diga-se de passagem, a utilização das aspas neste caso é mais do que necessária, como irei argumentar neste post.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A "pesquisa" em questão encontra-se neste link: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://whiplash.net/materias/curiosidades/080135.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;http://whiplash.net/materias/curiosidades/080135.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;É inacreditável como que ainda se dão ao luxo de publicar um "estudo" deste naipe. O sujeito utiliza uma metodologia de trabalho desprezível e ainda por cima faz afirmações que demonstram seu total desconhecimento sobre o próprio objeto de estudo. Qualquer um que tenha estudado um pouco de metodologia científica ou que tenha ao menos um mínimo de senso crítico é capaz de perceber como que a falta de critérios beira o absurdo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"Dr. Miller, que liderou o estudo na University of Maryland Medical Centre de Baltimore, disse que as pessoas não deveriam se apegar muito aos resultado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;s (...)". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mas isso é óbvio!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pra começar, a amostra utilizada não possui nenhum peso estatístico. É mais do que ridículo querer demonstrar qualquer relevância científica em um estudo feito com população amostral de 10 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"Apesar de que pode-se argumentar que a música country é leve, espirituosa e tem muitas canções de amor". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Como eu havia dito antes, o prezado Dr. Miller não possui o menor conhecimento sobre seu objeto de estudo e, como se não bastasse, ainda me solta esta pérola! E desde quando o heavy metal não possui músicas com essas características?! Aliás, como diria meu ex-orientador de iniciação científica "vocês precisam definir bem os seus conceitos", afinal de contas estas características são altamente subjetivas e em momento algum ele define o que quer dizer com estes adjetivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"Os resultados mostraram que as artérias dos voluntários abriram em média 26% mais enquanto escutavam músicas de que eles gostavam mas estreitaram em 6% enquanto músicas 'ansiosas' estavam sendo reproduzidas." &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Depois de selecionar uma amostra de 10 pessoas, não me surpreenderia se descobrisse que nenhuma delas escuta heavy metal, e é o que parece. O grande Dr. Miller ainda tem a cara-de-pau de taxar o estilo como sendo gerador de ansiedade e estresse, mas se esqueceu de que isso é algo completamente relativo. No meu caso, por exemplo, o heavy metal é algo extremamente prazeroso, no entanto, JAMAIS é estressante como ocorreria se eu estivesse escutando pagode ou rap/hip-hop.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Enfim, o que mais falta neste "estudo" é critério. Vários dados foram omitidos, as variáveis não foram especificadas (ou então, nem mesmo se preocuparam com elas) e o pouco que fizeram ficou mal-feito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ah, e não se esqueçam que&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; "a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; música country, estilo John Denver, foi declarada a mais enriquecedora em termos de saúde"&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;!!!&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;É...parece que alguém capengou para formar na faculdade e ainda por cima recebeu uma grana fudida para fazer este jabá. É cada uma que me aparece...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-7355082468247339986?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/7355082468247339986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=7355082468247339986&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/7355082468247339986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/7355082468247339986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/e-eu-que-achava-que-j-tinha-visto-de.html' title='E eu que achava que já tinha visto de tudo...'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-2668522223019026683</id><published>2008-11-17T20:06:00.007-02:00</published><updated>2008-11-21T20:12:25.783-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revolta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='celular'/><title type='text'>Inutilidade do mundo moderno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem me conhece de perto sabe muito bem que eu não gosto de conversar no telefone e que possuo uma grande antipatia por aparelhos celulares. Deixo desligado sempre que posso, e isso deixa muitas pessoas extremamente irritadas comigo. Eu definitivamente só uso o tal aparelho porque não tenho outra alternativa ao sair de casa. Antes eu era adepto dos orelhões, mas agora os tempos são outros e esta opção nem sempre é tão conveniente quanto ter um celular em mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, convenhamos: o aparelho tem sim sua utilidade, é claro. E muito. Mas a minha antipatia de celulares não tem sua origem no fato de eu não gostar de conversar por telefone. Vou ilustrar com uma situação real que me aconteceu ontem à noite:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá estava eu, prestes a dormir, quando vejo uma propaganda da Nokia na TV. Já sem as lentes de contato, mas com o ouvido ainda muito apurado, eis que eu escuto "blábláblá celular com 8GB de armazenamento!". Agora eu me pergunto: qual a utilidade de um celular com 8GB?!?! Meu primeiro computador não tinha isso tudo no seu HD! (ok, isso foi há milênios). É praticamente impossível um ser humano ocupar todo esse armazenamento apenas com um aparelho celular. Será que a maioria das pessoas tem alguma noção do que vem a ser 8GB em termos de dados digitais? Provavelmente não. E é exatamente aí que entra a questão. Qualquer um que leia isso vai pensar "ah, mas um celular tira fotos, faz vídeos, serve como rádio, mp3 player, gravador digital, navegador de internet, aparelho de TV (acreditem, é verdade...alguns fazem isso), etc". Claro, e daqui a pouco vai lavar roupa, fazer pipoca e, de quebra, um cafezinho também...mas continuam sendo uma mixórdia na função mais básica para a qual deveriam prestar: efetuar e receber ligações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas compram aparelhos eletrônicos e pagam por funções das quais não possuem conhecimento e que provavelmente não irão nem desfrutar totalmente. Talvez, quando pararem de brincar de James Bond e Ethan Hunt com esses aparelhos ultra-modernos (e que ainda fazem muitas pessoas reclamarem da "merda do celular") e voltarem a pensar nele como algo destinado às telecomunicações, minha antipatia vá embora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-2668522223019026683?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/2668522223019026683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=2668522223019026683&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2668522223019026683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/2668522223019026683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/inutilidade-do-mundo-moderno.html' title='Inutilidade do mundo moderno'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1429470631733554922.post-8693986892610029841</id><published>2008-11-16T19:24:00.003-02:00</published><updated>2008-11-21T00:53:34.781-02:00</updated><title type='text'>"A Conquista do Espaço"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fui pego completamente de surpresa. Fazer este blog não estava nos meus planos...ou, pelo menos, não nos meus planos atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, eu acredito que ele vai ser um bom companheiro, especialmente agora que as tão sonhadas férias depois de um semestre filho da puta de tão ruim estão chegando. Aliás, este último semestre, apesar de academicamente falando ter sido fraco, conseguiu sugar minhas energias...e como! Mas não estou morto, e se tem uma coisa que funciona perfeitamente bem em mim é o botão do fuck-off - simples e prático de usar! Descobri que eu estava usando muito mal o tempo que tinha disponível e, de certa forma, isso estava me fazendo sentir como se estivesse jogando fora a maior parte dele ficando à toa (sério?!) ou ocupando a cabeça com pensamentos que só serviam para me cansar mais ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o tal do semestre está finalmente acabando e eu já tenho planos para voltar a ser feliz junto da grande paixão da minha vida novamente...depois de 4 anos desperdiçados, pra ser mais exato. Não entendeu sobre o que eu estou falando? Provavelmente não, né?! Mas se tudo der certo, em breve eu tocarei novamente no assunto, mas já posso adiantar que não é nada do que você, caro leitor, provavelmente está pensando.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1429470631733554922-8693986892610029841?l=alexbraga1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexbraga1.blogspot.com/feeds/8693986892610029841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1429470631733554922&amp;postID=8693986892610029841&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8693986892610029841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1429470631733554922/posts/default/8693986892610029841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexbraga1.blogspot.com/2008/11/conquista-do-espao.html' title='&quot;A Conquista do Espaço&quot;'/><author><name>Alex Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00456230967163412498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
